quarta-feira, 27 de julho de 2016

Uma só fotografia, mas tantas saudades e histórias para contar...

Hoje apareceu no meu instagram esta fotografia!

Tantas saudades e boas recordações... Foi nesta quinta, que era da família dos meus primos, onde passei muitos fins-de-semana e tantos dias de férias.
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terça-feira, 26 de julho de 2016

Família papa-kilómetros!



Um dia de loucos... Começou cedo para todos e terminou já perto de madrugada. De manhã recebemos um grupo de 20 americanos no Monte Novo para conhecer a floresta de sobro e o trabalho que se faz, uma visita habitual que se estende para o almoço na companhia dos nossos avós e bisavós. Saíram por volta das 15h30 e a correria começou! Tempo apenas para recolher encomendas de vinhos e azeites, juntar os miúdos e o cão e voar até Cascais, onde tínhamos de estar duas horas depois. Fardados à Rovisco Garcia, trocámos de roupa num instante para cumprir o dress code da festa de finalistas (tudo de branco!). Chegámos a horas mas para o Francisco e o Gonçalo a festa foi curta, voltaram a casa para preparar as malas para uns dias fora a fazer surf. Às 20h30 de novo no carro para a próxima viagem rumo ao Baleal. Supostamente malas feitas e tudo organizado, certo? Errado, faltavam escovas de dentes, pasta e, super importante, o protector solar... Toca a parar no Modelo antes da auto-estrada, porque voltar a casa era impensável... Parámos num restaurante de fast food para trincar alguma coisa, visto já passar das 21h. A Victória acabou por beber mais um biberão de leite (um dia não são dias). Chegámos ao Baleal antes das 23h, com os miúdos num excitamento e e a mais nova a precisar de trocar a fralda. Estava um frio de rachar, mas chegámos são e salvos, nem sei bem a que horas. Só sei que caí redonda...  Realmente somos uma família papa-kilómetros, estamos sempre de um lado para o outro... A Victória já tem mais quilómetros em cima do que dias de vida :)


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domingo, 3 de julho de 2016

Dois dedos de conversa com Maria Ana Flores Ribeiro




A paixão pela arquitectura surgiu cedo. Em idade de brincar, sem geometria nem referências, sem livros, nem ferramentas, já pensava em como criar maneiras de habitar. Os caracóis do jardim e os bichos-da-conta foram os primeiros a ter um abrigo de folhas e outros materiais da terra que serviram para pôr em prática esta vontade criativa de moldar o espaço. Arquitecta e designer de interiores na Melom Directório, empresa parceira do Querido Mudei a Casa, do Leroy Merlin e da Remax, Maria Ana Flores Ribeiro conjuga funcionalidade e bem-estar através de bons materiais e uma equipa experiente, seja numa pequena mudança ou numa obra maior. O segredo? projectos feitos à medida e uma dedicação ímpar a cada casa como se fosse a única.

1. Quase todas as crianças desenham casas, fazem castelos de areia, de legos ou de cartas mas as tuas construções tinham um propósito e "clientes" muito especiais. Ainda te lembras desses primeiros projectos? Quando é que tomaste consciência que a arquitectura era uma "brincadeira" para levar a sério e fazer dela profissão?

Antes de mais, quero agradecer ao Blog “Cinco para as duas” a oportunidade de falar um bocadinho sobre este tema, um tema que me apaixona.

Para responder à vossa pergunta, sim é verdade, os meus primeiros clientes eram caracóis e pequenos animais para os quais eu construía casas de papel (agora olho para trás e penso onde tinha a cabeça!) algumas partes nem tinham tecto e onde eu tentava perceber como é que eles aproveitam aquele espaço. Claro que a maior parte fugiu (ahahah). Apesar de ter seguido sempre o curso de Artes e depois entrado na Faculdade de Arquitectura, somente por volta do 3º ano é que as coisas fizeram sentido. Quando entramos na faculdade somos muito novos e considero que este curso envolve uma maturidade espiritual que chega mais tarde. Planear e ter a consciência que a vida se vai desenrolar pelas linhas que desenhamos para mim é uma grande responsabilidade…às vezes corre bem…outras nem tanto…



2. Além da tua formação base, estudaste fotografia, mandarim, iluminação, construção sustentável, entre outros. De que forma esta curiosidade e vontade de abraçar novas áreas te ajuda ou complementa o teu trabalho?

Começou inconscientemente. Uma necessidade de querer conhecer outras áreas, de experimentar outras visões. Para mim Arquitectura é vida, é o que limita e expande a nossa vida quotidiana e, como tal, alberga noções, sistemas e conhecimentos de muitas áreas diferentes. Sem dúvida que complementa o meu trabalho e crescemos também enquanto seres humanos.



3. Um dos desafios do design de interiores é captar a essência de quem habita, mais do que contornar limitações de área ou de luz, é ter a sensibilidade para perceber como é que cada um gosta de viver o seu espaço. Concordas?

Sem dúvida. Como Arquitecta e Designer tento ter sempre isso em mente. Os projectos não nos pertencem, mas sim a quem os vai viver, e temos de ter a humildade de ouvir os desejos dos clientes e tentar ajudar a tornar as suas ideias possíveis. Claro que com o conhecimento que temos sobre o espaço, podemos permitir-nos a dar sugestões, melhoramentos das suas ideias, mas não nos devemos sobrepor aos desejos de um cliente. Tem de haver um equilíbrio. Não é a nossa função acabar a obra com uma casa “de revista” mas sim com uma casa na qual os utilizadores se sintam integrados.

4. Entretanto abraçaste o desafio e estás na Melom Directório que, juntamente com a Leroy Merlin e o Querido Mudei a Casa têm no currículo o maior número de famílias surpreendidas e felizes com a remodelação dos seus espaços. Como está a ser esta experiência e quais as qualidades diferenciadoras da Melom?


Tem sido uma experiência muito enriquecedora e uma grande aprendizagem. Temos Equipas de técnicos competentes e experientes em todas as áreas da obra. Estamos todos motivados para transformar a casa das pessoas no que elas sonharam. As obras passam por uma fase de orçamentação (gratuita) e depois acompanhamos desde o dia 1 essas mudanças o que cria também laços com os clientes. Juntos damos forma aos sonhos das pessoas...e às vezes são coisas tão simples e que lhes vai facilitar muito a vida.




5. Mas a empresa Directório já existia? E continua a dedicar-se a que tipo de projectos? 

A empresa Directório já se encontra no mercado há 25 anos, referências da venda de mobiliário de escritório. Neste momento continua a funcionar, abrangendo todo o tipo de projectos dentro da área empresarial.

6. Alvar Aalto é uma referência na área e uma figura que te inspira. Ele é o arquitecto que devolve à natureza e procura a integração natural, fazendo por ligar a tarefa de construir à atmosfera do local da construção. Uma arquitectura que não se impõe e que se molda ao que já existe, acrescentando-lhe funcionalidade, estética ou conforto. É essa, também, a tua forma de pensar e projectar?

Alvar Aalto é uma das minhas grandes referências no campo da arquitectura precisamente pelo que referiram. A meu ver devíamos pensar mais na Natureza como prolongamento da nossa casa e vice-versa. Tratá-la e vivê-la melhor. Este pensamento está intrínseco em mim e por isso a projectar não o consigo abandonar.

Obrigada Maria Ana e Melom!

E agora, já sabe, quer seja para uma obra de fundo ou para pequenas remodelações (e sabe tão bem mudar de vez em quando!), a Melom, com profissionais de todas as áreas, é a equipa que dá conta do recado. Transforme o “antes” num surpreendente “depois” e sinta-se ainda melhor em sua casa, no jardim, no escritório...


Contactos

Email - maria.ana.ribeiro@melom.pt 

Tlm -  910745403
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